Oi.
Simples assim. Um "oi" que abala as minhas estruturas. Não é o "oi", mas quem o dá.
É sempre assim- Fico nessa, caio nessa - nessa rotina - que de tão rotineira, já se torna enfadonha. Posso me fazer de forte, tentar parecer fria, passar a imagem que eu quiser, mas no fundo eu sei que está acontecendo um terremoto no meu interior. É a consequência... é a reação ao "oi".
Não adiantou mandar o coração sossegar. Ele não ouviu, ou fez que não ouviu. Tem vontade própria as vezes.
Ele tem vontade...vontades de falar, falar tudo, tudo o que está sentindo...Vale a pena? Não creio. Não cremos. Seguimos então, nesse caminho tranquilo, guardada a vontade e tudo que a envolve.
É tarde agora, ou cedo - depende da leitura. (01h e 46min) Vou dormir.
Seguir o conselho do Caio F. Abreu:
"Sem pensar em mais nada, fecho os olhos para esquecer. Dorme, menina, repito no escuro, o sono também salva. Ou adia."

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